Resposta rápida
Não existe um melhor plano de saúde para todos. Depende de três coisas: a sua cidade, porque uma operadora forte numa capital pode não ter rede na vizinha; a sua idade, porque a mais barata aos 30 pode ficar cara aos 59; e o seu hospital de referência, que sozinho elimina metade das opções.
Por isso esta página traz quatro rankings diferentes: por preço, por índice de reclamações na ANS (o dado mais honesto e o menos publicado), por número de beneficiários e pela nota oficial IDSS. O primeiro lugar muda em cada um.
Qual o melhor plano de saúde? Depende do que você procura
Não existe um nome único, e quem responde com um só está vendendo, não comparando. O melhor plano muda conforme o que pesa mais no seu caso, e os caminhos são bem diferentes entre si:
- Se o que pesa é o preço: operadoras de rede própria e regionais costumam liderar a faixa de entrada. É a comparação da tabela logo abaixo. Caminho de quem precisa de cobertura com a menor mensalidade possível, e nesse caso contratar por CNPJ ou MEI quase sempre sai mais barato que o individual.
- Se o que pesa é a rede de alto padrão: aqui a tabela de preço atrapalha mais do que ajuda. Linhas como as faixas superiores do Bradesco Saúde, a SulAmérica e operadoras como Omint e Alice dão acesso a hospitais como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Hcor, com reembolso. Custam bem mais que o valor de entrada, e a escolha se decide pela rede, não pela mensalidade.
- Se o que pesa é a rede perto de casa: um plano regional costuma cobrir melhor o seu bairro e custar menos que um nacional que você não vai usar. Vale comparar pela sua cidade antes de olhar marca.
- Se o perfil é específico: a resposta muda bastante para criança, 59 anos ou mais, gestante e cobertura de TEA, porque carência, rede e terapias pesam mais que o preço.
A tabela abaixo responde o primeiro caminho: o preço de referência ANS por faixa etária, da entrada. Se o seu critério for rede, abrangência ou um perfil específico, ela é só o ponto de partida: duas apólices de preço parecido podem ter redes muito diferentes, e é aí que um corretor especializado economiza seu tempo.
| Faixa etária |
|
|
|
|
|---|---|---|---|---|
| 0 a 18 anos |
R$ 159,77 menor Campo Grande |
R$ 161,85 São Paulo |
R$ 164,85 Belo Horizonte |
R$ 194,20 Belo Horizonte |
| 19 a 23 anos |
R$ 166,16 menor Campo Grande |
R$ 219,79 São Paulo |
R$ 206,05 Belo Horizonte |
R$ 229,16 Belo Horizonte |
| 24 a 28 anos |
R$ 166,16 menor Campo Grande |
R$ 258,01 São Paulo |
R$ 255,51 Belo Horizonte |
R$ 277,29 Belo Horizonte |
| 29 a 33 anos |
R$ 191,08 menor Campo Grande |
R$ 258,01 São Paulo |
R$ 283,63 Belo Horizonte |
R$ 332,75 Belo Horizonte |
| 34 a 38 anos |
R$ 219,74 menor Campo Grande |
R$ 258,01 São Paulo |
R$ 303,47 Belo Horizonte |
R$ 379,33 Belo Horizonte |
| 39 a 43 anos |
R$ 255,24 menor Campo Grande |
R$ 288,19 São Paulo |
R$ 352,03 Belo Horizonte |
R$ 390,72 Belo Horizonte |
| 44 a 48 anos |
R$ 393,06 menor Campo Grande |
R$ 397,99 São Paulo |
R$ 420,82 Belo Horizonte |
R$ 475,72 Belo Horizonte |
| 49 a 53 anos |
R$ 523,07 Belém |
R$ 475,20 menor São Paulo |
R$ 493,20 Belo Horizonte |
R$ 559,54 Belo Horizonte |
| 54 a 58 anos |
R$ 676,37 Campo Grande |
R$ 683,34 São Paulo |
R$ 587,15 menor Belo Horizonte |
R$ 665,86 Belo Horizonte |
| 59 ou + anos |
R$ 957,73 menor Campo Grande |
R$ 968,98 São Paulo |
R$ 988,56 Belo Horizonte |
R$ 1.165,18 Belo Horizonte |
Menor mensalidade empresarial (CNPJ/MEI) de cada operadora entre as 31 cidades que acompanhamos, acomodação enfermaria, com obstetrícia, sem coparticipação e sem franquia, pelo preço comercial de referência da ANS. A cidade do menor preço aparece abaixo de cada valor. Atualizado em 22/09/2026. Na sua cidade o valor muda conforme a rede credenciada, a abrangência e o reembolso. Fonte: tabela de referência da ANS; pode haver diferença para a tabela comercial da operadora. receba a tabela do seu perfil no WhatsApp.
O panorama da saúde suplementar hoje
Nos últimos anos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoveu mudanças significativas no setor, ampliando a transparência das operadoras e incentivando o uso de tecnologias digitais.
Acabou de sair de um emprego? Antes de escolher, compare com a opção de manter o plano da empresa depois da demissão.
Pensando em contratar um plano de saúde? Receba a tabela de preços das operadoras da sua cidade no WhatsApp.
Receber tabela grátisHoje, aplicativos integrados ao plano permitem agendar consultas, monitorar exames e até receber atendimentos virtuais de emergência. Além disso, a tendência de planos modulares, em que o usuário paga apenas pelos serviços que utiliza, tem ganhado força, atraindo especialmente jovens profissionais e famílias que buscam flexibilidade.
Outro movimento relevante é o fortalecimento das operadoras regionais, que competem com grandes redes ao oferecer atendimento personalizado e redes credenciadas mais enxutas, mas de alta qualidade.
Portanto, antes de pensar em preço, o primeiro passo é entender como o mercado mudou e quais modelos de cobertura se adaptam melhor ao seu perfil.
Tipos de planos: individual, coletivo e por adesão
Apesar da variedade de nomes comerciais, os planos de saúde no Brasil se dividem essencialmente em três categorias: individual/familiar, coletivo empresarial e coletivo por adesão.
- Individual ou familiar: é contratado diretamente com a operadora, garantindo reajustes anuais controlados pela ANS. Oferece maior previsibilidade e segurança jurídica, mas costuma ter mensalidades mais altas e menos promoções.
- Coletivo empresarial: é firmado por meio de uma empresa, mesmo que o titular seja um microempreendedor individual (MEI). O custo tende a ser mais baixo e há mais opções de rede, porém os reajustes são negociados livremente com a operadora, o que pode gerar aumentos expressivos.
- Coletivo por adesão: é contratado via associação ou sindicato profissional. Combina características dos dois anteriores, sendo mais acessível que o individual, mas sem o mesmo controle sobre reajustes.
Em 2026, muitos consumidores estão migrando para planos coletivos empresariais via MEI como alternativa econômica. Contudo, é essencial compreender que o preço inicial baixo nem sempre compensa reajustes agressivos ou redes restritas.
Planos tradicionais x digitais: o que muda para você
Os planos digitais cresceram mais de 40% entre 2024 e 2026, segundo estimativas de mercado. Eles se diferenciam por concentrar grande parte do atendimento em canais online, com consultas por vídeo, prontuários digitais e reembolsos automatizados.
As operadoras costumam investir em prevenção, oferecendo acompanhamento nutricional, programas de atividade física e monitoramento remoto de doenças crônicas.
Já os planos tradicionais mantêm o foco na rede física, ideal para quem valoriza a presença de hospitais renomados e acesso direto a especialistas. No entanto, podem ter processos mais burocráticos e custos administrativos mais altos.
Compare os valores das principais operadoras antes de decidir. A cotação é gratuita e leva 1 minuto.
Comparar preços agoraUma comparação prática:
- Planos digitais: melhor custo-benefício, atendimento rápido, foco em prevenção. Podem limitar cobertura em regiões específicas.
- Planos tradicionais: maior abrangência e estrutura hospitalar, mas mensalidades geralmente mais altas.
A decisão entre um e outro deve considerar seu estilo de vida. Quem trabalha remotamente, por exemplo, tende a aproveitar mais os recursos digitais; já famílias com crianças pequenas costumam preferir a segurança de hospitais próximos.
Critérios que realmente importam na hora de escolher
Na hora de comparar planos, é comum focar no valor da mensalidade. Mas o custo total ao longo do tempo depende de outros fatores igualmente relevantes. Confira os critérios que devem pesar na sua escolha:
- Rede credenciada: verifique se os hospitais e clínicas de sua preferência estão incluídos. A ANS disponibiliza ferramentas para conferir a rede atualizada.
- Abrangência geográfica: planos nacionais são mais caros, mas podem valer a pena para quem viaja com frequência.
- Cobertura assistencial: além da lista mínima obrigatória, algumas operadoras oferecem terapias complementares, parto humanizado e cirurgias robóticas.
- Reajustes e coparticipação: leia atentamente o contrato. Planos com coparticipação parecem mais baratos, mas podem gerar despesas imprevistas em caso de uso frequente.
- Índice de reclamações: consulte o ranking da ANS e sites de reputação online. Uma operadora com preço baixo, mas alto índice de queixas, pode custar caro em tempo e desgaste.
- Atendimento e tecnologia: canais de telemedicina, agendamento digital e reembolso automatizado indicam que a empresa investe em experiência do usuário.
Ranking e comparativo das principais operadoras
Embora cada região tenha particularidades, alguns grupos se destacam nacionalmente:
- Amil: tradicional, com ampla rede hospitalar. Investe em programas de saúde preventiva e planos empresariais personalizados.
- SulAmérica: forte em telemedicina e bem avaliada no atendimento pós-consulta. Oferece integração com aplicativos de bem-estar.
- Bradesco Saúde: referência em cobertura premium, voltada para quem busca hospitais de ponta e reembolso rápido.
- Unimed: presença nacional com operadoras regionais autônomas. O desempenho varia conforme a unidade, mas é uma das opções mais conhecidas.
- Alice e QSaúde: representantes dos planos digitais, focados em prevenção, acompanhamento médico contínuo e experiência simplificada via aplicativo.
Cada uma tem pontos fortes e fracos. Se você valoriza acesso a grandes hospitais, Bradesco ou Amil podem ser melhores. Para quem busca tecnologia e gestão de saúde preventiva, Alice e QSaúde se destacam.
As operadoras com menos reclamações
Esta é a ótica que quase ninguém publica, e provavelmente a mais útil. A ANS acompanha as reclamações de beneficiários e divulga um índice por 10 mil beneficiários, o que permite comparar operadoras de tamanhos diferentes na mesma régua. Quanto menor, melhor.
Operadoras com menos reclamações
Ordenado pelo índice de reclamações na ANS por 10 mil beneficiários. Menor é melhor.
Ficou com dúvida? Fale com um especialista e receba a recomendação ideal pro seu caso, sem compromisso.
Falar com especialista| # | Operadora | Beneficiários | Reclamaçõespor 10 mil | Nota ANSIDSS, 0 a 1 |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Porto Seguro Saúde | 526.752 | 129 | 0,80 |
| 2 | Santa Helena Saúde | 61.013 | 133 | 0,84 |
| 3 | Unimed Porto Alegre | 78.968 | 153 | 1,00 |
| 4 | Unimed Campinas | 79.929 | 157 | 0,80 |
| 5 | Hapvida Clinipam (PR) | 106.964 | 207 | 0,67 |
| 6 | Saúde Beneficência | 52.971 | 249 | 0,68 |
| 7 | Unimed São José do Rio Preto | 56.382 | 273 | 1,00 |
| 8 | Unimed Curitiba | 99.288 | 283 | 0,81 |
| 9 | Bradesco Saúde | 994.979 | 283 | 0,81 |
| 10 | Hapvida NotreDame (SP e RJ) | 718.999 | 308 | 0,87 |
Operadoras com 50 mil beneficiários ou mais. Nota ANS (IDSS) e índice de reclamações (NIP) são dados públicos da Agência Nacional de Saúde Suplementar, calculados por registro da operadora. O preço da sua cidade e idade não está aqui: receba a tabela no WhatsApp.
A distância entre a primeira e a última é o dado mais revelador da página: há operadoras grandes com mais de dez vezes o índice de reclamação de outras do mesmo porte. Não é diferença de tamanho, é diferença de atendimento.
As maiores operadoras do Brasil
Tamanho não é qualidade, mas diz duas coisas que pesam: quanto maior a carteira, maior tende a ser a rede credenciada, e maior a chance de a operadora atender na sua cidade e continuar existindo daqui a dez anos.
Maiores operadoras do Brasil
Ordenado por número de beneficiários.
| # | Operadora | Beneficiários | Reclamaçõespor 10 mil | Nota ANSIDSS, 0 a 1 |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Hapvida NotreDame 6 registros na ANS, somados | 1.272.748 | por registro | por registro |
| 2 | Bradesco Saúde | 994.979 | 283 | 0,81 |
| 3 | Amil | 863.216 | 343 | 0,83 |
| 4 | SulAmérica | 713.938 | 330 | 0,83 |
| 5 | Porto Seguro Saúde | 526.752 | 129 | 0,80 |
| 6 | Unimed BH | 165.308 | 485 | 1,00 |
| 7 | Unimed Rio | 154.052 | 1.657 | 0,53 |
| 8 | Unimed CNU | 151.777 | 597 | 0,93 |
| 9 | Unimed Curitiba | 99.288 | 283 | 0,81 |
| 10 | Assim Saúde | 80.355 | 479 | 0,77 |
Operadoras com 50 mil beneficiários ou mais. Nota ANS (IDSS) e índice de reclamações (NIP) são dados públicos da Agência Nacional de Saúde Suplementar, calculados por registro da operadora. O preço da sua cidade e idade não está aqui: receba a tabela no WhatsApp.
Uma observação de método, porque ela muda o primeiro lugar: o grupo Hapvida NotreDame tem seis registros distintos na ANS, de operações regionais. Somados, eles ultrapassam a maior operadora individual. Já as Unimeds não somamos: cada cooperativa é uma empresa independente, com rede, preço e gestão próprios, e tratá-las como uma só distorceria a comparação.
A nota da ANS, e por que ela sozinha engana
A ANS publica o IDSS, um índice de 0 a 1 que avalia a operadora em qualidade de atenção à saúde, garantia de acesso, sustentabilidade e gestão. É um dado oficial e útil, mas usá-lo sozinho leva a conclusões erradas. Repare na coluna de reclamações ao lado:
Quer saber quanto custa na sua cidade? Receba a tabela atualizada direto no seu WhatsApp.
Ver preços na minha cidadeOperadoras com melhor nota da ANS
Ordenado pelo IDSS, de 0 a 1. Veja ao lado o índice de reclamações: nota alta não garante cliente satisfeito.
| # | Operadora | Beneficiários | Reclamaçõespor 10 mil | Nota ANSIDSS, 0 a 1 |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Seguros Unimed | 69.795 | 859 | 1,00 |
| 2 | Unimed Porto Alegre | 78.968 | 153 | 1,00 |
| 3 | Unimed BH | 165.308 | 485 | 1,00 |
| 4 | Unimed São José do Rio Preto | 56.382 | 273 | 1,00 |
| 5 | Unimed CNU | 151.777 | 597 | 0,93 |
| 6 | Hapvida NotreDame (SP e RJ) | 718.999 | 308 | 0,87 |
| 7 | Santa Helena Saúde | 61.013 | 133 | 0,84 |
| 8 | Amil | 863.216 | 343 | 0,83 |
| 9 | SulAmérica | 713.938 | 330 | 0,83 |
| 10 | Unimed Fortaleza | 68.512 | 340 | 0,83 |
Operadoras com 50 mil beneficiários ou mais. Nota ANS (IDSS) e índice de reclamações (NIP) são dados públicos da Agência Nacional de Saúde Suplementar, calculados por registro da operadora. O preço da sua cidade e idade não está aqui: receba a tabela no WhatsApp.
O caso mais claro está na própria tabela: existe operadora com nota máxima da ANS e, ao mesmo tempo, um dos piores índices de reclamação da lista. E há o oposto, operadora com nota mediana e o menor índice de reclamação de todas. São coisas diferentes: o IDSS mede processos e gestão, a reclamação mede o que o cliente sentiu.
Há ainda dois efeitos do IDSS que valem conhecer. Ele satura, com várias operadoras empatadas na nota máxima, e favorece operadoras pequenas, mais fáceis de gerir. Por isso este ranking só considera operadoras com 50 mil beneficiários ou mais: sem esse corte, a lista seria liderada por operadoras com algumas centenas de clientes, que ninguém consegue contratar.
Reclame Aqui ou ANS: em qual acreditar
É comum decidir pelo Reclame Aqui, e a intuição por trás disso está certa: reclamação de cliente diz mais que propaganda. O problema é a régua.
A nota de um site de reclamações depende de quantas pessoas se deram ao trabalho de reclamar lá, e não é ajustada pelo tamanho da empresa. Uma operadora com um milhão de clientes vai acumular muito mais reclamações que uma com cinquenta mil, mesmo que proporcionalmente atenda melhor. Comparar as duas pela quantidade de reclamações é comparar coisas diferentes.
O índice da ANS resolve exatamente isso, porque é calculado por 10 mil beneficiários. É o número que permite dizer com honestidade que uma operadora recebe três, cinco ou dez vezes mais reclamações que outra, independentemente do porte. Some a isso o fato de ser dado oficial, de declaração obrigatória, e você tem a régua mais justa disponível hoje.
Pensando em contratar um plano de saúde? Receba a tabela de preços das operadoras da sua cidade no WhatsApp.
Receber tabela grátisUse os dois, sabendo o que cada um mede: o site de reclamações mostra como a empresa responde caso a caso, e o índice da ANS mostra quanto ela gera de problema em relação ao seu tamanho.
Como escolher com segurança
Antes de assinar um contrato, siga um processo estruturado:
- Defina prioridades. Você busca preço, cobertura ampla ou atendimento ágil?
- Monte uma planilha comparativa. Liste valores, coparticipações e benefícios extras.
- Simule cenários de uso. Se você ou alguém da família tem condição crônica, estime quantas consultas e exames serão feitos no ano.
- Analise o histórico da operadora. Prefira empresas com reajustes transparentes e boa reputação.
- Leia o contrato completo. Cláusulas sobre carência, cancelamento e reembolso são cruciais.
Essa análise pode levar tempo, por isso você pode contar com o Tabela Saúde! Em vez de perder tempo visitando vários sites e lidando com informações soltas, nossa solução coloca todas as opções lado a lado, permitindo comparar preços, coberturas e condições de diferentes operadoras de forma simples e transparente.
Assim, você consegue enxergar claramente qual plano se encaixa no seu orçamento e nas suas necessidades, sem surpresas na hora da contratação.
O que vem por aí no setor
Em 2026, os planos de saúde caminham para um modelo híbrido: tecnologia aliada ao atendimento presencial. A personalização será palavra de ordem: operadoras usarão dados de uso e hábitos de saúde para propor planos sob medida.
Além disso, cresce a integração com plataformas de bem-estar corporativo, oferecendo descontos em academias, terapia online e programas de nutrição.
Outra tendência é o pagamento baseado em valor, em que médicos e hospitais são remunerados pela qualidade do resultado, não pelo volume de procedimentos. Isso reduz desperdícios e melhora a experiência do paciente.
Conclusão
Não existe um plano universalmente “melhor”: existe o mais adequado ao seu perfil, orçamento e momento de vida. Em 2026, com tantas opções, a escolha depende menos de propaganda e mais de análise racional. Avalie o que realmente importa: qualidade da rede, previsibilidade de custos, tecnologia disponível e políticas de reajuste.
Lembre-se de que o plano de saúde ideal é aquele que te atende bem quando você precisa e te ajuda a precisar menos. A boa decisão é aquela que combina cuidado, economia e tranquilidade, três valores que, em um mundo cada vez mais veloz, são sinônimos de qualidade de vida.
