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Valor de entrada (faixa 0 a 18 anos, com obstetrícia) do plano comercial de referência de cada operadora, valores ANS. Atualizado em 25/08/2026. O preço final varia por cidade, idade e acomodação; confirme na cotação.
Contratar plano de saúde para a família funciona diferente de contratar para uma pessoa só: cada integrante entra na sua própria faixa etária e o valor final é a soma dessas faixas. Um casal de 30 anos com dois filhos pequenos paga bem menos que um casal de 55, no mesmo plano e na mesma cidade.
Resposta rápida
Em 2026, um casal com dois filhos pequenos parte de cerca de R$ 840 por mês na modalidade empresarial (CNPJ ou MEI), em enfermaria com obstetrícia e sem coparticipação. Um casal jovem sem filhos parte de aproximadamente R$ 516, e um casal acima de 54 anos, de R$ 1.366. A tabela abaixo mostra o valor por composição.
A alavanca que mais muda o preço não é a operadora, é a forma de contratação: pelo CNPJ, inclusive MEI, a partir de 2 vidas, o plano costuma sair até 35% mais barato que o individual equivalente.
A conta que quase nenhum comparador mostra é esta: somar as faixas de cada integrante. Abaixo estão as composições mais comuns, já com o menor valor disponível entre as operadoras nacionais.
Repare no salto entre a linha do casal com dois filhos e a do casal acima de 54 anos: o número de pessoas caiu de quatro para duas, e mesmo assim o valor subiu. É o efeito da faixa etária, que pesa muito mais que a quantidade de vidas.
Para montar a conta da sua própria família, use a tabela completa: encontre a faixa de cada integrante e some.
| Faixa etária |
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|---|---|---|---|---|
| 0 a 18 anos | R$ 103 menor | R$ 105,05 | R$ 117,18 | R$ 200,72 |
| 19 a 23 anos | R$ 115,36 menor | R$ 142,66 | R$ 146,48 | R$ 236,86 |
| 24 a 28 anos | R$ 129,20 menor | R$ 167,46 | R$ 181,63 | R$ 286,59 |
| 29 a 33 anos | R$ 148,58 menor | R$ 167,46 | R$ 201,60 | R$ 343,92 |
| 34 a 38 anos | R$ 170,86 | R$ 167,46 menor | R$ 215,72 | R$ 392,06 |
| 39 a 43 anos | R$ 203,32 | R$ 187,06 menor | R$ 250,23 | R$ 403,82 |
| 44 a 48 anos | R$ 254,15 menor | R$ 258,32 | R$ 299,12 | R$ 491,67 |
| 49 a 53 anos | R$ 317,68 | R$ 308,44 menor | R$ 350,57 | R$ 578,30 |
| 54 a 58 anos | R$ 540,05 | R$ 443,53 | R$ 417,36 menor | R$ 688,18 |
| 59 ou + anos | R$ 604,85 menor | R$ 628,93 | R$ 702,54 | R$ 1.204,25 |
Valores empresariais (CNPJ/MEI) sem coparticipação, enfermaria com obstetrícia, preço comercial de referência da ANS. Atualizado em 25/08/2026. O valor final varia por cidade, acomodação e produto. receba a tabela do seu perfil no WhatsApp.
Existem três formas de contratar: individual/familiar, coletivo empresarial e coletivo por adesão. Na prática, a maioria das famílias acaba no empresarial, porque basta um CNPJ ativo (o MEI serve) e duas vidas para acessar preços bem menores que os do individual.
A contrapartida é justamente o reajuste, e é aí que quase todo mundo se perde.
Planos individuais e familiares têm teto definido pela ANS: para contratos com aniversário entre maio de 2026 e abril de 2027, o limite é de 5,11%. Já os contratos coletivos empresariais não têm teto, o índice é negociado pela operadora, e a média observada no mercado em 2026 ficou perto de 8,48%.
Só que existe um detalhe importante para famílias: em contratos coletivos com menos de 30 vidas, os tribunais vêm reconhecendo que o reajuste deve seguir a regra do individual, e não o índice livre da operadora. Não é lei nova, é entendimento consolidado na jurisprudência, e vale exatamente para o perfil de quem contrata plano familiar por MEI ou por uma empresa pequena.
Na prática: se o seu contrato tem poucas vidas e veio um aumento muito acima do teto da ANS, vale contestar. Quem quiser entender o cálculo em detalhe pode simular o próprio reajuste e conferir se o índice aplicado foi abusivo.
O plano individual ou familiar tem a maior proteção regulatória, com teto de reajuste e impossibilidade de cancelamento unilateral, mas é o mais caro e nem todas as operadoras ainda vendem essa modalidade. O plano empresarial é mais barato e tem carências reduzidas, com a contrapartida do reajuste negociado. Se na sua família há crianças ou pessoas acima de 59 anos, vale comparar também os recortes específicos de plano de saúde infantil e de plano de saúde para idosos, porque as faixas nas pontas são as que mais mudam o total.
A regra varia por operadora, mas o núcleo é comum: cônjuge ou companheiro, filhos e enteados. Filhos costumam ser aceitos até 21 anos, ou até 24 se estiverem cursando ensino superior. Pais e sogros raramente entram como dependentes no empresarial, e quando entram costumam exigir contrato próprio. Recém-nascido tem direito a inclusão sem carência se for inscrito nos primeiros 30 dias de vida.
A carência é contada por pessoa, a partir da adesão de cada uma. No empresarial com mais de 30 vidas costuma haver isenção; abaixo disso, as carências normalmente se aplicam. Os prazos máximos previstos pela ANS são de 24 horas para urgência e emergência, 180 dias para a maior parte dos procedimentos e 300 dias para parto. Se alguém da família já tem plano hoje, vale checar a portabilidade de carências antes de contratar do zero, porque ela pode zerar essa espera.
Os valores acima usam São Paulo como referência, mas a diferença entre praças é grande: a mesma operadora pode custar 40% a mais em uma capital do que em outra, e em várias cidades quem lidera o preço é uma operadora regional, não uma nacional. Veja a tabela da sua praça em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte ou Recife.
Conteúdo informativo, não é consultoria jurídica nem indicação de plano. Regras de carência, dependentes e reajuste variam por contrato e operadora: confirme sempre com a operadora e consulte a ANS antes de decidir.
Depende das idades, da cidade e da operadora. Um casal de 34 a 38 anos com dois filhos de até 18 parte de cerca de R$ 840 por mês no empresarial em enfermaria com obstetrícia, usando São Paulo como referência. O mesmo grupo com adultos acima de 44 anos passa de R$ 1.100. A tabela por composição na página mostra os valores atualizados.
Em geral não pelo número de vidas, mas pela modalidade. O que reduz o preço é contratar pelo CNPJ (empresarial), que costuma sair até 35% mais barato que o individual equivalente, a partir de 2 vidas. Colocar mais gente no mesmo contrato não gera desconto por volume em planos pequenos: cada pessoa paga a sua faixa etária.
Sim. O MEI é aceito pela maioria das operadoras como CNPJ válido para plano empresarial, normalmente a partir de 2 vidas, sendo o titular e pelo menos um dependente. Costumam pedir o CCMEI, documento pessoal e comprovante de residência. É o caminho mais usado por famílias que querem preço de empresarial.
Cônjuge ou companheiro, filhos e enteados, em geral até 21 anos ou até 24 se estiverem na faculdade. Pais e sogros raramente são aceitos como dependentes no empresarial e costumam precisar de contrato próprio. Recém-nascido inscrito nos primeiros 30 dias de vida entra sem cumprir carência.
O contrato coletivo empresarial não tem teto da ANS, o índice é negociado pela operadora, e a média de mercado em 2026 ficou perto de 8,48%, contra o teto de 5,11% dos planos individuais e familiares. Porém, em contratos com menos de 30 vidas, os tribunais vêm aplicando a regra do individual. Se o aumento veio muito acima do teto e o seu contrato é pequeno, vale contestar.
A carência é contada por pessoa, a partir da adesão de cada uma. Os prazos máximos da ANS são 24 horas para urgência e emergência, 180 dias para a maior parte dos procedimentos e 300 dias para parto. Quem já tem plano pode usar a portabilidade de carências e entrar sem esperar, desde que cumpra os requisitos de tempo e compatibilidade de faixa de preço.
Na maior parte dos contratos empresariais, não. Pais e sogros costumam ficar de fora da definição de dependente e precisam de contrato próprio. Como as faixas acima de 59 anos são as mais caras, muitas vezes sai melhor contratar um plano separado para eles do que tentar encaixar no contrato da família.
Quase sempre sim, por dois motivos práticos: um único contrato facilita a gestão e a negociação do reajuste, e algumas operadoras exigem número mínimo de vidas para manter as condições. A exceção é quando alguém da família precisa de uma rede específica, como um hospital de referência que só uma operadora atende. Nesse caso, compare a rede antes do preço.
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